Warzone ganha clima dinâmico e dois mapas na Temporada 1, Conflito de Hajin, que sai às 2h de 6 de novembro
Integração com Modern Warfare 4 traz Hajin com chuva e neblina, o mapa Zodiac, tirolesa e drone de carga. O jogo chega ao Switch 2 e sai do PS4 e do Xbox One.
Por Bruno Vazquez · 02 nov 2026 · 17:58 · 4 min de leitura

📷 Call of Duty: Warzone, Temporada 1. Divulgação/Activision
O Warzone passa a ter clima. Na Temporada 1, chamada Conflito de Hajin, cada partida no novo mapa pode começar com céu limpo ou neblina, com vento, chuva ou tempestade ao longe. A atualização chega às 2h de sexta-feira (6), no horário de Brasília, e marca a integração do battle royale com Modern Warfare 4.
A Activision e a Raven Software detalharam a temporada nesta segunda-feira (2). Além do clima, ela traz dois mapas inéditos, a estreia do Warzone no Switch 2 e o fim do jogo no PS4 e no Xbox One.
Hajin, agora com tempo variável
Hajin é o novo mapa grande do battle royale. Ele atravessa as duas Coreias, no mesmo cenário da campanha e do DMZ de Modern Warfare 4, e tem 13 pontos de interesse principais. Entre eles estão a cidade de Hajin, uma prisão política, uma base aérea e a área chamada Deadtown.

O clima é sorteado antes da partida e muda a aparência e a leitura do mapa. A visibilidade vira fator de jogo, e até o Gulag de Hajin pega a mesma neblina ou chuva da partida. É um pedido antigo da comunidade. Os mapas do Warzone sempre tiveram tempo fixo, e o recurso parece pensado para que nenhuma partida pareça igual à anterior.

Zodiac e os novos modos
O mapa pequeno do modo Ressurgimento é Zodiac, uma fábrica de drones na Coreia do Sul que apareceu no beta de Modern Warfare 4. Ele tem túneis subterrâneos, trens em movimento e barris de combustível que explodem.

Zodiac também recebe o Rally Point, um Ressurgimento casual para 20 jogadores, sem círculo e com entrada e saída livres. Já o Ressurgimento Massivo leva 120 jogadores para Hajin. No meio da temporada, voltam Verdansk, com áreas novas, e Rebirth Island.
Tirolesa, drone e corrida tática para todos
A jogabilidade ganha ferramentas novas. Um lançador de tirolesa cria uma rota que fica no mapa até ser destruída, e o inimigo também pode usar. Um drone de carga pega itens, objetos e até o colega derrubado. As Ground Ops espalham objetivos pelo mapa, como cofres para arrombar, torres que revelam inimigos e drones de suprimento para abater.
A progressão dentro da partida também muda. Vantagens de elite, compradas nas estações ou ganhas em contratos, abrem um quarto espaço de vantagem. Estações de compra especiais soltam melhorias de arma em quantidade limitada, para combate curto, precisão ou manejo.
A corrida tática passa a valer para todos os operadores, sem precisar de vantagem, mas com duração um pouco menor. Também dá para arrastar o colega enquanto o reanima, o que muda a forma de salvar alguém no meio do tiroteio.
Switch 2 entra, PS4 e Xbox One saem
Com a temporada, o Warzone estreia no Switch 2, que já recebeu Modern Warfare 4. Na outra ponta, o jogo deixa de funcionar no PS4 e no Xbox One. O progresso segue para quem entrar numa plataforma compatível com a mesma conta da Activision.

As armas de jogos anteriores, de Modern Warfare II a Black Ops 7, continuam disponíveis. Elas perdem, porém, a edição no armeiro, as camuflagens de maestria e o compartilhamento de montagens.
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Sobre o autor
Bruno Vazquez
Jornalista formado em 2008 e editor do Acerto Games, com 18 anos de experiência profissional. A cobertura combina apuração jornalística, experiência de jogador e análise da indústria.
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