Últimas
▸ Death Stranding Isolations ganha primeiro teaser; série animada de Kojima estreia no Disney+ em 2027▸ André Colvara transforma em herança a paixão por Nintendo e Zelda▸ Patrick Stewart, de Star Trek e X-Men, morre aos 86 anos; ator foi o imperador de Oblivion▸ Lucro da Konami com games sobe 75% no semestre, puxado por Metal Gear, Silent Hill e eFootball▸ PUBG vai ganhar série live-action na Netflix, escrita, dirigida e estrelada por Donald Glover▸ Death Stranding Isolations ganha primeiro teaser; série animada de Kojima estreia no Disney+ em 2027▸ André Colvara transforma em herança a paixão por Nintendo e Zelda▸ Patrick Stewart, de Star Trek e X-Men, morre aos 86 anos; ator foi o imperador de Oblivion▸ Lucro da Konami com games sobe 75% no semestre, puxado por Metal Gear, Silent Hill e eFootball▸ PUBG vai ganhar série live-action na Netflix, escrita, dirigida e estrelada por Donald Glover
◂ Voltar para a home
opinião

Outubro chegou: Phantom Blade Zero é o jogo mais aguardado do mês no Acerto Games

A reta final começou. Phantom Blade Zero chega no fim de outubro com combate veloz, identidade wuxia, dezenas de armas e uma proposta que o coloca no topo da nossa lista para o mês.

Por · 01 out 2026 · 18:54 · 7 min de leitura

Phantom Blade Zero com Soul em cena de combate no mundo sombrio de Wulin

📷 Imagem enviada ao Acerto Games

Outubro começou e, entre todos os lançamentos previstos para o mês, há um jogo que ocupa um espaço diferente para o Acerto Games: Phantom Blade Zero. Não porque o resultado já esteja decidido antes de jogarmos, mas porque a S-GAME reuniu exatamente os elementos que mais despertaram nossa curiosidade ao longo de 2026: combate rápido, direção artística muito própria, tradição wuxia, fantasia sombria e um mundo que parece interessado em ser mais do que cenário para uma sequência de chefes.

O lançamento oficial está marcado para 29 de outubro de 2026 no PlayStation 5. A página brasileira da PlayStation Store já lista a edição Standard por R$ 229,90 e a Deluxe Digital por R$ 279,90. No PC, o Steam também recebe o jogo e atualmente exibe desbloqueio em 28 de outubro, diferença ligada à janela de liberação mostrada pela loja.

O que coloca Phantom Blade Zero acima dos outros lançamentos de outubro

O primeiro ponto é identidade. A própria S-GAME chama a mistura de Phantom Blade Zero de Kungfupunk. O termo tenta explicar um mundo em que artes marciais chinesas, arquitetura tradicional, fantasia, máquinas e terror folclórico convivem sem parecer peças de jogos diferentes coladas umas às outras. Nos trailers e demonstrações divulgados até agora, essa combinação aparece tanto nos inimigos quanto nas armas, nos ambientes e na maneira como Soul se movimenta.

É uma diferença importante. Há muitos jogos de ação tecnicamente competentes chegando ao mercado. Menos comuns são aqueles que parecem reconhecíveis em poucos segundos. Phantom Blade Zero construiu essa assinatura visual antes mesmo do lançamento, e outubro finalmente será o mês em que descobriremos se essa personalidade também se sustenta por dezenas de horas de jogo.

O combate ainda é o grande teste

Tudo o que a S-GAME mostrou gira em torno da velocidade. Phantom Blade Zero quer que os confrontos lembrem coreografias de cinema de artes marciais, com aparos, esquivas, mudanças rápidas de posição e armas que alteram a maneira de atacar. No State of Play dedicado ao jogo, a S-GAME confirmou mais de 30 armas principais e outras 25 armas secundárias chamadas Phantom Edges.

Esse número chama atenção, mas a parte mais interessante está no sistema de experimentação. Armas podem ser aprimoradas e combinadas com acessórios, enquanto a reforja permite recuperar materiais investidos para testar outras configurações. É uma decisão que pode tornar o arsenal realmente útil, em vez de transformar dezenas de armas em itens que o jogador evita porque já comprometeu todos os recursos com uma única escolha.

A variedade também aparece nas opções de dificuldade. Wayfarer é voltado a quem quer priorizar a história. Hellwalker aumenta o desafio e utiliza inimigos com comportamento mais avançado e adaptativo. Há ainda o modo Sixty-Six Days, apresentado pela S-GAME como a alternativa mais severa. Essa amplitude ajuda a afastar a ideia de que Phantom Blade Zero precisa ser tratado simplesmente como outro Soulslike.

Soul tem apenas 66 dias, mas o jogo não vive só dessa contagem

A história começa com Soul acusado de matar seu mestre. Gravemente ferido no coração, ele recebe uma sobrevida de apenas 66 dias e parte por Wulin tentando entender a conspiração que o colocou naquela situação. A premissa funciona porque transforma a contagem em parte da identidade narrativa, mas a S-GAME também vem insistindo em missões secundárias, personagens espalhados pelo mundo e caminhos que podem ampliar o entendimento sobre os acontecimentos principais.

Wulin, portanto, não foi apresentado apenas como uma sequência de arenas. A promessa é de um mundo interligado por conflitos, segredos e personagens cujas histórias podem abrir novas rotas narrativas. Essa estrutura é uma das áreas que mais queremos observar quando o jogo estiver disponível, porque será ela que mostrará se Phantom Blade Zero consegue manter o interesse entre um grande combate e outro.

Donnie Yen não está no projeto apenas como rosto conhecido

Outro detalhe que reforça a ambição do combate é a participação de Donnie Yen. O ator atua como consultor criativo e também interpreta Mó Yuan por meio de captura facial e de movimentos. Segundo a S-GAME, o trabalho envolve a busca por uma representação mais autêntica do kung fu e pela linguagem física que marcou o cinema de artes marciais.

Essa colaboração não garante que o sistema de combate será bom, evidentemente. O que ela mostra é onde a equipe está investindo atenção. Phantom Blade Zero não quer somente ter golpes visualmente rápidos. Ele tenta construir a sensação de uma luta coreografada, com ritmo, postura e transições que façam sentido dentro da fantasia que está vendendo.

Outubro é o momento em que o hype precisa virar jogo

Esse é o ponto mais importante. Phantom Blade Zero já venceu a etapa dos trailers. Suas apresentações foram suficientes para colocá-lo entre os jogos que mais acompanhamos nos últimos meses. Agora a expectativa precisa sobreviver ao controle nas mãos.

Queremos descobrir se o sistema de aparos continua preciso depois da vigésima hora, se o enorme arsenal produz estilos realmente diferentes, se Wulin recompensa exploração e se os chefes conseguem manter a inventividade que aparece nas demonstrações. Também queremos entender se a história de Soul tem força para sustentar um universo tão visualmente carregado.

Até aqui, a S-GAME fez o bastante para transformar Phantom Blade Zero no lançamento que mais aguardamos em outubro. Isso não é uma nota antecipada e muito menos uma garantia de qualidade. É uma expectativa construída por aquilo que o estúdio efetivamente mostrou: uma identidade forte, um sistema de combate ambicioso e um mundo que parece ter algo próprio a dizer.

Em poucas semanas, a parte confortável da expectativa termina. Phantom Blade Zero terá de trocar o espetáculo controlado dos trailers por horas de jogo real. É exatamente por isso que 29 de outubro está marcado no nosso calendário.

Sobre o autor

Bruno Vazquez

Jornalista formado em 2008 e editor do Acerto Games, com 18 anos de experiência profissional. A cobertura combina apuração jornalística, experiência de jogador e análise da indústria.

Ver perfil e matérias →

Newsletter Acerto Games

Dê o start na informação certa

Um resumo diário com as principais notícias de games, direto no seu e-mail.

Você vai receber um e-mail para confirmar a inscrição. Ao se inscrever, concorda com a Política de Privacidade. Dá para sair a qualquer momento, com um clique, no fim de cada e-mail.

Compartilhar:WhatsAppX

Leia no celular

Aponte a câmera e abra esta matéria

▸ Leia também