Últimas
▸ "Minha mãe virou uma cratera": Death Stranding Isolations ganha primeiro teaser e estreia em 2027▸ Death Stranding Odradek: Kojima e Niantic levam os BTs para as ruas de Tóquio em realidade aumentada▸ Death Stranding 2 no Xbox? Evento na loja da Microsoft alimenta rumor, mas pode ser só a exposição de Kojima▸ OD - Knock ganha novo visual com Sophia Lillis, e a porta vermelha do teaser vira peça da exposição de Kojima▸ André Colvara transforma em herança a paixão por Nintendo e Zelda▸ "Minha mãe virou uma cratera": Death Stranding Isolations ganha primeiro teaser e estreia em 2027▸ Death Stranding Odradek: Kojima e Niantic levam os BTs para as ruas de Tóquio em realidade aumentada▸ Death Stranding 2 no Xbox? Evento na loja da Microsoft alimenta rumor, mas pode ser só a exposição de Kojima▸ OD - Knock ganha novo visual com Sophia Lillis, e a porta vermelha do teaser vira peça da exposição de Kojima▸ André Colvara transforma em herança a paixão por Nintendo e Zelda
◂ Voltar para a home
notícia

Estúdio de Crisol demite todo o time menos de seis meses após o lançamento e admite que fechar de vez é uma possibilidade real

A Vermila Studios, responsável pelo jogo Crisol, dispensou todos os funcionários e jogou uma bomba no comunicado: o fechamento total do estúdio está na mesa.

Por · 23 jul 2026 · 15:10 · 3 min de leitura

Estúdio de Crisol demite todo o time menos de seis meses após o lançamento e admite que fechar de vez é uma possibilidade real

📷 Reprodução/PC Gamer

A Vermila Studios, estúdio por trás do jogo Crisol, demitiu todos os seus funcionários menos de seis meses depois do lançamento do game — e ainda avisou, sem rodeios, que o fechamento completo do estúdio é 'uma possibilidade viável'. A informação foi publicada nesta quinta-feira (23) pelo PC Gamer, dos Estados Unidos.

O comunicado do estúdio chegou depois que rumores de um encerramento imediato começaram a circular. A Vermila apressou-se em corrigir: não, eles não fecharam — ainda. Mas a escolha de palavras no aviso oficial não deixa muito espaço para otimismo. Quando uma empresa usa 'possibilidade viável' pra descrever a própria extinção, a mensagem real está nas entrelinhas, e ela não é animadora.

Lançar um jogo e ver o estúdio desmoronar em menos de meio ano é o tipo de história que a gente não gosta de contar, mas precisa. O mercado de games independente — e até alguns estúdios de médio porte — está vivendo um dos períodos mais duros da última década, com demissões em massa virando quase rotina desde 2023. Crisol claramente não conseguiu gerar receita suficiente para sustentar a operação depois que o pico de lançamento esfriou.

O que acontece agora com o jogo em si — suporte, atualizações, servidores — é a grande incógnita. O PC Gamer não trouxe detalhes sobre os próximos passos da Vermila nem confirmação de quantas pessoas foram afetadas pelas demissões. O estúdio parece estar tentando encontrar uma saída, mas ainda não tem claro qual é.

É difícil não sentir o peso disso. Uma equipe que passou anos desenvolvendo um jogo, lançou, e menos de seis meses depois vê tudo desabar. O mercado não esperou, o dinheiro não apareceu, e agora são pessoas sem emprego e um projeto sem futuro definido. Torcer para que a Vermila encontre um caminho — seja uma aquisição, um investidor, o que for — é o mínimo que dá pra fazer daqui.

Sobre o autor

Bruno Vazquez

Jornalista formado em 2008 e editor do Acerto Games, com 18 anos de experiência profissional. A cobertura combina apuração jornalística, experiência de jogador e análise da indústria.

Ver perfil e matérias →

Newsletter Acerto Games

Dê o start na informação certa

Um resumo diário com as principais notícias de games, direto no seu e-mail.

Você vai receber um e-mail para confirmar a inscrição. Ao se inscrever, concorda com a Política de Privacidade. Dá para sair a qualquer momento, com um clique, no fim de cada e-mail.

Compartilhar:WhatsAppX

Leia no celular

Aponte a câmera e abra esta matéria

▸ Leia também