Silent Hill: Townfall pede 32 GB de RAM no PC — os requisitos assustam mais que o jogo
O novo terror da Konami exige o dobro de RAM do Silent Hill f para as configurações recomendadas. Rodando em Unreal Engine 5, ele mira 4K/30 FPS com uma RTX 3080. Lançamento em 24 de setembro.
Por Bruno Vazquez · 30 jul 2026 · 13:30 · 3 min de leitura
📷 Divulgação/Konami/Annapurna Interactive
A Konami revelou os requisitos de PC de Silent Hill: Townfall, e a reação geral foi um misto de empolgação e susto — não pelo terror do jogo, mas pela conta do hardware. Rodando em Unreal Engine 5, o novo capítulo da franquia é bem mais faminto que seus antecessores, com destaque pra exigência de 32 GB de RAM na configuração recomendada.
O dobro de RAM do jogo anterior
A comparação que mais choca é com Silent Hill f, o lançamento do ano passado: enquanto o f se contentava com 16 GB de RAM mesmo no recomendado, o Townfall pede 32 GB — o dobro. E não para por aí: ele também exige uma placa de vídeo mais parruda e cerca de 25 GB a mais de espaço em disco. No processador a diferença é menor, mas ainda existe. A boa notícia: se o seu PC rodou o Silent Hill f de boa, provavelmente dá conta do Townfall também.
Os números completos
Para o mínimo (1080p, 30 FPS, gráficos baixos): Windows 11 64-bit, Ryzen 5 3600 ou Core i7-8700K, 16 GB de RAM e uma GeForce RTX 2060 Super ou Radeon RX 6600. Já para o recomendado (4K, gráficos altos, 30 FPS com DLSS/FSR/TSR no modo Balanced): Ryzen 7 5700X ou Core i7-9700K, os tais 32 GB de RAM e uma GeForce RTX 3080 ou Radeon RX 7800 XT. Em ambos os casos, são necessários 75 GB de armazenamento e DirectX 12.
Uma observação técnica interessante: fabricantes apontam que a exigência alta de RAM vem do tamanho e complexidade das texturas, que são pré-carregadas na memória. Ou seja, se você tem GPU boa mas pouca RAM, pode sofrer com engasgos (stuttering). O conselho, nesse caso, é priorizar upgrade de RAM antes da placa.
O que é o jogo
Silent Hill: Townfall é um terror psicológico completo e independente, ambientado na Escócia de 1996, num cenário frio e isolado cheio de segredos. A experiência é em primeira pessoa, com fuga tensa, combate limitado e quebra-cabeças narrativos. É desenvolvido pelo estúdio escocês Screen Burn (o pessoal por trás de Stories Untold) e co-publicado por Konami e Annapurna Interactive. Um dos elementos curiosos é o CRTV, uma TV de bolso usada pra sintonizar sinais instáveis.
O jogo chega em 24 de setembro de 2026 para PS5 e PC. Já entrou na fila de um setembro que promete ser tão cheio quanto o agosto que está chegando. Vai encarar?
Seu PC tá pronto pros 32 GB de RAM ou vai ter que caçar um upgrade? Comenta aí embaixo.
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Com informações de: Eurogamer, Wccftech e DSOGaming