Phantom Blade Zero tem 88 no Metacritic: o que dizem as análises
O jogo da S-GAME estreia com 91 no OpenCritic e nenhuma nota negativa. A crítica exalta o combate e os chefes, mas aponta uma história segura e fases lineares.
Por Bruno Vazquez · 25 out 2026 · 22:05 · 4 min de leitura

📷 Phantom Blade Zero. Divulgação/S-GAME
As análises de Phantom Blade Zero saíram neste domingo (25), e o jogo da S-GAME estreia entre os mais bem avaliados do ano. A média é 88 no Metacritic, tanto no PS5 quanto no PC, e 91 no OpenCritic, onde todos os críticos recomendam o jogo.
Até agora, nenhuma análise negativa entrou na conta do Metacritic. As notas máximas vieram de veículos como PCGamesN, But Why Tho?, TheGamer e Wccftech. IGN, Push Square, Insider Gaming e TheSixthAxis deram 9.
Para o jogador brasileiro, a espera é curta. O jogo libera em 28 de outubro, às 23h de Brasília, no PS5 e no PC, por R$ 229,90 na edição padrão. A interface e as legendas estão em português do Brasil.
O combate é unanimidade
Se há um ponto em que a crítica concorda, é a luta. A IGN chamou Phantom Blade Zero de "um dos melhores jogos de ação que joguei em muito tempo". Segundo a análise, o combate nunca chegou perto de cansar em 50 horas de jogo.
A Push Square foi na mesma linha e colocou o jogo entre os melhores títulos de ação do PS5. O site destacou o sistema rápido e intenso, a variedade de armas e os inimigos. A PCGamesN, que deu 10, disse que o jogo "faz frente aos melhores de todos os tempos".

Os chefes também aparecem em quase todos os textos. O TheGamer falou em "batalhas contra chefes entre as melhores de todos os tempos" e cravou o jogo como candidato a jogo do ano. A Wccftech comparou a sensação à que teve com Elden Ring e Street Fighter 6.
A crítica brasileira
Os veículos brasileiros estão entre os mais empolgados. O PSX Brasil deu 95 e definiu o jogo como "um dos melhores jogos de ação da geração". O Combo Infinito também deu 95, depois de uma campanha de cerca de 55 horas.
O MeuPlayStation deu 92 e resumiu a proposta numa comparação. Para o site, Phantom Blade Zero junta "o melhor de Sekiro e Wukong" e pede ao jogador que esqueça a fórmula tradicional dos soulslike.

Onde o jogo tropeça
Nem tudo é elogio. A crítica mais repetida é a história. A IGN diz que a trama de traição e vingança "joga extremamente no seguro", e o Combo Infinito também aponta falhas na narrativa.
O desenho das fases é outro ponto. O Gameliner e o GAMES.CH reclamam de cenários lineares e de pouca exploração. A IGN cita paredes invisíveis em alguns trechos.
Há ainda queixas técnicas. A IGN e o GamingBolt falam em problemas técnicos pontuais, e o Combo Infinito cita o desempenho no PC. O Gameblog aponta picos de dificuldade em alguns chefes, e diz que os modos mais fáceis deixam o jogo fácil demais.
A nota mais baixa até agora é da Eurogamer, que deu 3 de 5. A análise elogia o combate fluido e cinematográfico, mas diz que problemas de equilíbrio e de qualidade apagam o brilho do jogo.
O que isso significa
Para uma estreia, é um começo raro. Phantom Blade Zero é o primeiro jogo de grande porte da S-GAME, estúdio que nasceu de projetos independentes como Rainblood. Agora ele chega com a crítica praticamente toda a favor.
O interesse do público já era alto. Antes das notas, o jogo já somava cerca de 500 mil cópias em pré-venda na Steam, segundo estimativas, e entrou no top 12 do Brasil. Na quarta-feira, às 23h, dá para tirar a prova na própria tela.
Sobre o autor
Bruno Vazquez
Jornalista formado em 2008 e editor do Acerto Games, com 18 anos de experiência profissional. A cobertura combina apuração jornalística, experiência de jogador e análise da indústria.
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